Serra da Estrela

Serra da Estrela

Com uma altitude máxima de 1993 metros na Torre, a Serra da Estrela é uma zona de rara beleza paisagística com desníveis montanhosos impressionantes onde podemos viver intensamente o silêncio das alturas. E aproveitar esses momentos de comunhão com a natureza para observá-la, reparando na variedade da vegetação, nas aves ou nos rebanhos de ovelhas guiados por cães da raça a que a Serra deu nome. Mas também podemos seguir o curso dos grandes rios portugueses desde as suas nascentes – o Mondego no Mondeguinho, o Zêzere no Covão de Ametade e o Alva no Vale do Rossim são locais deslumbrantes. Ou apreciar os vales glaciares de Loriga, Manteigas, ou o Covão do Urso e o Covão Grande. Nos meses mais quentes, a melhor sugestão será decerto a Rota das 25 lagoas que nos guia por espaços refrescantes.

Já com o tempo frio, a Serra da Estrela é o único sítio em Portugal onde podemos praticar esqui na neve, bem como andar de trenó, de snowboard ou de motoski. Existem diversas pistas com infraestruturas de apoio, e ainda encontramos pistas de neve sintética para esquiar em qualquer época do ano. Este parque natural é excelente para passeios pedestres, a cavalo ou em bicicleta. Existem cerca de 375 quilómetros de trilhos marcados no terreno, com vários níveis de dificuldade, pelo que decerto haverá algum adequado às nossas condições físicas. E quem já não sonhou voar como um pássaro? Podemos experimentar essa sensação num parapente em Linhares da Beira sobrevoando esta aldeia histórica, que também é obrigatório explorar pelo próprio pé.

Fonte: https://www.visitportugal.com/pt-pt/node/73759

Serra da Estrela - 30km

Fraga da Pena

Fraga da Pena

Localizada próximo da aldeia serrana de Benfeita, esta queda de água - originada por um acidente geológico - é um dos mais peculiares recursos naturais da área de Paisagem Protegida da Serra do Açor. O facto de a cascata ocorrer num vale muito apertado, gera uma micropaisagem inesperada, com vegetação a cobrir o xisto. O desnível principal da Fraga da Pena tem 20 metros e é alimentado pela Barroca das Degrainhas, formando uma primeira lagoa cujas águas escorrem para outra, de menores dimensões, originando uma segunda cascata.

Fonte: http://www.lifecooler.com/artigo/passear/fraga-da-pena/384300/

Fraga da Pena - 18km

Praia Fluvial de Avô

Praia Fluvial de Avô

Inserido numa envolvência natural única, num autêntico postal vivo, a vila de Avô tem uma das mais ricas fluviais do interior do país. Em pleno coração da localidade, onde se encontram o rio Alva e a ribeira de Pomares, que formam a particular ilha do Picoto, a zona balnear percorre todo o extenso e verdejante vale oferecendo inúmeros locais para banhos. A praia fluvial de Avô (praia acessivel para todos) é constituída por dois açudes na zona circundante da ilha, agora com diversos pontos de passagem de peões recém-inaugurados e uma piscina infantil alimentada com água do rio. Por baixo da ponto de um só arco do séc. XVIII, há uma zona de grandes pedras do rio onde se pode mergulhar ou apanhar banhos de sol. Os espaços de lazer são amplos e com muito relvado com muitas sombras de mimosas, salgueiros e amieiros. O parque das merendas fica no alto de onde se obtém uma vista fantástica sobre o rio. Perto da praia pode visitar as ruínas do antigo castelo, as ruínas da Ermida de São Miguel, o Pelourinho do séc. XVI e a Igreja Matriz do séc. XVII

Fonte: http://www.cm-oliveiradohospital.pt/pdf/Praias_Fluviais.pdf

Praia Fluvial de Avô - 4km

Piodão

Piodão

Incrustada na Serra do Açor (área de paisagem protegida), onde abundam panoramas deslumbrantes, nascentes e campos de pasto, a aldeia histórica de Piodão lembra um presépio pela forma harmoniosa como as suas casas estão dispostas em anfiteatro e que, à noite quando se acende a iluminação, formam uma das suas melhores imagens. A marca desta aldeia serrana de ruas estreitas e sinuosas é o xisto, material abundante na região, que é utilizado na construção das casas e no chão das ruas, formando uma mancha de cor uniforme interrompida pelo azul forte das janelas e das portas de algumas das casas. Esta nota de cor dissonante deve a sua origem a um factor prático pois conta-se que a única loja que fornecia a população só tinha tinta azul e dado o isolamento da aldeia não era fácil para as pessoas deslocarem-se a outro local. Foi na realidade o isolamento e as dificuldades de deslocação que preservaram intactas as características desta antiquíssima povoação.

Do conjunto das pequenas casas de dois pisos destaca-se a igreja matriz dedicada a Nossa Senhora da Conceição, caiada de branco, com os seus singulares contrafortes cilíndricos, que a população erigiu no início do séc. XIX com os seus ouros e dinheiro. Dada a sua localização escondida nas faldas da serra, noutros tempos Piodão foi abrigo ideal para foragidos da Justiça, pensando-se que aqui se terá escondido um dos assassinos de D. Inês de Castro, que conseguiu fugir à fúria de D. Pedro I (séc. XIV). Aldeia histórica sem protagonismo na História de Portugal, Piódão tornou-se conhecida em tempos mais recentes pela sua posição cenográfica encastelada na serra do Açor, motivo de sobra para merecer uma visita.

Fonte: https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/piod%C3%A3o

Piodão - 22km

Capela dos Ferreiros

Adossada à barroca igreja matriz de Oliveira do Hospital, a capela dos Ferreiros é um dos mais importantes espaços funerários góticos nacionais, pela relevância das obras que encerra, mas também por ser das poucas capelas sepulcrais baixo-medievais de iniciativa privada que se conservou até aos nossos dias. Ela ficou a dever-se a Domingos Joanes, ao que tudo indica um nobre de ascendência obscura, neto de D. Chavão e que terá feito fama em guerras por terras de França (HALL, 1998, p.124).

As semelhanças do seu brasão com o de Bartolomeu Joanes, rico burguês da cidade de Lisboa, que se fez sepultar em capela própria na Sé da capital, tem levado alguns autores a considerar Domingos Joanes como um homem oriundo de uma família nobre recente (BARROCA, 2000, p.1631, cit. José Mattoso), cuja vontade de legitimar a sua promoção social ficou bem expressa no conjunto escultórico que encomendou para a capela. Por outro lado, uma desaparecida lápide referia-o como "cavaleiro de Oliveira", facto que, a juntar ao estatuto de seu avô como governador das terras de Seia, permite perceber a escolha deste nobre por Oliveira do Hospital para sua última morada. Com ele, sepultou-se sua mulher, D. Domingas Sabachais, uma figura igualmente mal documentada da nossa história medieval.

Fonte: http://www.cm-oliveiradohospital.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=191&Itemid=157

Capela dos Ferreiros - 11km

Praia Fluvial de São Gião

Praia Fluvial de São Gião

Instalada no complexo turístico da Fundação Albino Mendes da Silva, (benemérito que comprou 10 hectares desta área florestal junto ao rio Alva), a praia fluvial de S. Gião tem, para além de uma extensa zona balnear, rodeada de carvalhos, cedros, pinheiros, choupos, salgueiros e plátanos, um parque de campismo, parque de merendas, parque infantil, restaurante e percursos pedonais junto à levada e até à ponte que atravessa o rio a montante. A antiguidade da sua implementação (fundado em 1970), faz deste complexo e desta praia, que aproveita as antigas instalações da quinta (moinho tradicional, lagar, casa da quinta e fábrica de tecidos), uma das mais conhecidas da região. Ao longo dos últimos anos têm sido realizadas diversas obras de melhoramentos, desde uma represa para aumentar a profundidade até uma prancha de saltos

Fonte: http://www.cm-oliveiradohospital.pt/pdf/Praias_Fluviais.pdf

Praia Fluvial de São Gião - 17km

Ruínas Romanas de Bobadela

Ruínas Romanas de Bobadela

A presente classificação reporta-se aos vestígios da antiga cidade romana, da qual chegou até aos nossos dias um arco de volta perfeita, eventualmente utilizado como entrada do fórum. Tanto este elemento arquitetónico, como a presença de outros artefactos - de entre os quais merecerão especial relevo as lápides encontradas - parecem apontar para a relevância assumida por este povoamento durante o período da ocupação romana do atual território português, como atestará a seguinte inscrição: Civitas Splendidissima.

Esta importância será, na verdade, melhor compreendida se recordarmos o papel jurisdicional e económico desempenhado por esta zona no tempo de Augusto, designadamente enquanto centro administrativo, ademais atestado pela presença de outras estações arqueológicas nas imediações. Factos estes, que poderão ser reforçados pela existência de um troço de via romana que ligaria Bobadela a Santarém, passando por Tomar.

Fonte: http://www.cm-oliveiradohospital.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=191&Itemid=157

Ruínas Romanas de Bobadela - 11km

Igreja de S. Pedro de Lourosa

Igreja de S. Pedro de Lourosa

A igreja de São Pedro de Lourosa tem sido um dos mais incompreendidos monumentos pré-românicos em território nacional. Depois de, na primeira metade do século XX, ter sido objeto de variadíssimos estudos e referências em obras de síntese, tanto portuguesas, como espanholas, e de, mais importante, ter contado com três distintos projetos de restauro, as últimas décadas acentuaram os pretensos provincianismo, ruralidade e pouca relevância estilística da obra, percurso historiográfico descendente que, na verdade, está bem longe de corresponder à realidade.

Fonte: http://www.cm-oliveiradohospital.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=191&Itemid=157

Igreja de S. Pedro de Lourosa - 7km